(29/10) Dia Nacional do Livro; (20/10) Dia do Poeta
UM BREVE ELOGIO—AOS LIVROS.
Havia desde tempos muito remotos abundância de livros. Disse o sábio Salomão: “Não há limites para fazer livros (Ecle-12, 12)”. Moisés e Paulo não somente eram literatos, escrevendo ao menos 18 dos 66 livros mais famosos de todos os tempos (beste-sellers), e eram também, entusiastas pelos livros (Atos-7, 22, 2ª Tim-4, 13).
Amigo leitor; que a partir desta data comemorativa em homenagem ao dia nacional do livro, você de fato, possa desfrutar da melhor qualidade de conhecimento, que é o conhecimento que vem dos bons livros, o qual leva a pessoa a descobrir-se a si mesma. O hábito de abrir e de ler livros, é uma atividade intelectual poderosa que serve como terapia ao mal de Alzheimer. Abrir e começar a ler um bom livro é para todos. Continuar para alguns; Chegar até o fina é só para os melhores.
O livro vale, sobretudo, como instrumento, insubstituível na luta pacifica de libertação pela Educação. Vejam-se: homens chaves fizeram do uso de bons livros, uma ponte para chegar-se ao porto seguro da realização. Então, assim sendo, vamos que vamos aos Livros!
DOS LIVROS
FICAM TRÊS COISAS:
1ª/À certeza de que estamos sempre aprendendo dos livros.
Hoje o conhecimento virou um
bem perecível. A única competência durável que cada um poderá dispor daqui pra
frente será a capacidade de aprender e de aplicar no dia-a-dia os seus
conhecimentos obtidos através da numerosa família dos livros.
2ª/À certeza de que precisamos continuar dependendo
deles.
Jamais diga: sou o Dr. sabe tudo e tudo sabe. Você sabe aquilo que você
sabe; mas não sabe aquilo que os outros sabem. Os livros nos ensinam isto.
3 ª/À certeza de que podemos ser interrompidos antes de conhecer outros
livros.
“O homem começa a morrer na idade em que perde o
entusiasmo e no instante em que desiste de aprender com os livros”.
(20/10) DIA DO POETA
CECILIA
MEIRELIS; POETISA
POEMA
Cecília Meireles (1901-1964) foi poetisa, professora,
jornalista e pintora brasileira. Foi a primeira voz feminina de grande
expressão na literatura brasileira, com mais de 50 obras publicadas. Com 18
anos estreia na literatura com o livro "Espectros". Participou do
grupo literário da Revista Festa, grupo católico, conservador e
anti-modernista. Dessa vinculação herdou a tendência espiritualista que
percorre seus trabalhos com frequência.
A maioria de suas obras expressa estados de ânimo, predominando os sentimentos de perda amorosa e solidão. Uma das marcas do lirismo de Cecília Meireles é a musicalidade de seus versos. Alguns poemas como "Canteiros" e "Motivo" foram musicados pelo cantor Fagner. Em 1939 publicou "Viagem" livro que lhe deu o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.
Cecília Meireles (1901-1964) nasceu no Rio de Janeiro em 7 de novembro de 1901. Órfã de pai e mãe, aos três anos de idade é criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Fez o curso primário na Escola Estácio de Sá, onde recebeu das mãos de Olavo Bilac a medalha do ouro por ter feito o curso com louvor e distinção. Formou-se professora pelo Instituto de Educação em 1917. Passa a exercer o magistério em escolas oficiais do Rio de Janeiro. Estreia na Literatura com o livro "Espectros" em 1919, com 17 sonetos de temas históricos.
Cecília Benevides de Carvalho Meireles faleceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de novembro de 1964. Seu corpo foi velado no Ministério da Educação e Cultura. Cecília Meireles foi homenageada pelo Banco Central, em 1989, com sua efígie na cédula de cem cruzados novos.
.LIOMAR RODRIGUES; (POETA)POEMA
"Ou isto ou aquilo: Ou
isto ou aquilo...e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se
estudose saio correndo ou fico tranquilo
mas não consegui entender
nainda qual melhor se isto ou aquilo.
Este é apenas um trecho do
poema de Cecília Meireles.A maioria de suas obras expressa estados de ânimo, predominando os sentimentos de perda amorosa e solidão. Uma das marcas do lirismo de Cecília Meireles é a musicalidade de seus versos. Alguns poemas como "Canteiros" e "Motivo" foram musicados pelo cantor Fagner. Em 1939 publicou "Viagem" livro que lhe deu o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.
Cecília Meireles (1901-1964) nasceu no Rio de Janeiro em 7 de novembro de 1901. Órfã de pai e mãe, aos três anos de idade é criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Fez o curso primário na Escola Estácio de Sá, onde recebeu das mãos de Olavo Bilac a medalha do ouro por ter feito o curso com louvor e distinção. Formou-se professora pelo Instituto de Educação em 1917. Passa a exercer o magistério em escolas oficiais do Rio de Janeiro. Estreia na Literatura com o livro "Espectros" em 1919, com 17 sonetos de temas históricos.
Cecília Benevides de Carvalho Meireles faleceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de novembro de 1964. Seu corpo foi velado no Ministério da Educação e Cultura. Cecília Meireles foi homenageada pelo Banco Central, em 1989, com sua efígie na cédula de cem cruzados novos.
Ser poeta não é querer se exibir, é apenas uma forma de estar consigo mesmo. Escreve-se para libertar a alma. Escreve-se para traduzir o coração.
O poeta é um escritor que se expressa através da poesia, que é considerada uma das sete artes tradicionais. Com este tipo de escrita, a linguagem humana é usada para fins estéticos e retrata tudo o que se passa na imaginação do autor, podendo ser entendida de forma diferente, dependendo dos pensamentos do leitor.
O poeta é um escritor que se expressa através da poesia, que é considerada uma das sete artes tradicionais. Com este tipo de escrita, a linguagem humana é usada para fins estéticos e retrata tudo o que se passa na imaginação do autor, podendo ser entendida de forma diferente, dependendo dos pensamentos do leitor.
Não se sabe ao certo quando os poetas começaram a escrever suas artes, já que a poesia pode ser encontrada nos primeiros registros da maior parte das culturas letradas.
Confira alguns versos para comemorar o Dia do Poeta conosco!
Cada vestígio que você deixar.
Sem parar eu tento resistir
E a saudade é de arrasar. É impossível não te amar.
Liomar Rodrigues
Inúmeras vezes na nossa vida nos fantasiamos de palhaços ou demonstramos uma falsa alegria, que por detrás de um sorriso havia uma dor sufocada e uma lágrima oprimida. Quantas vezes disfarçamos um coração machucado com palavras engraçadas? Em alguns momentos gostaríamos que as cortinas se fechassem, as luzes se apagassem e o show terminasse para que não mais tivéssemos de mostrar alegria tendo uma alma vazia ou simplesmente mudássemos os papéis, escrevêssemos nossos próprios roteiros se seríamos vilões ou heróis, caberia a nós a decisão. Queríamos apenas ser nós mesmos com a alma enfraquecida, perdida, entristecida. Mas o espetáculo da vida só termina quando Deus apaga as luzes e não ouvimos mais os aplausos, nenhum barulho, nenhum ruído. Porque, enquanto houver um coração pulsante sejamos atuantes, brilhantes, insistentes e valentes. Se tivermos de nos pintar de palhaços usaremos as mais lindas cores nos vestiremos de amor distribuiremos simpatia abriremos o nosso melhor sorriso diremos as palavras mais engraçadas seremos a nossa melhor alegria e a nossa melhor companhia. Seremos o reflexo dos raios dourados do Sol e a energia que emana da natureza ofuscaremo como o brilho das estrelas disfarçá-lo-emos o nosso pranto impressionaremos com o nosso canto, mas jamais desistiremos de acreditar que viver é também atuar é exercer vários papéis é adaptar-se a qualquer situação vivendo cada emoção e tudo que faz bem ao coração.




ResponderExcluirSobre Cecília Meireles deixo aqui uma poesia conhecidíssima pelas crianças, e trabalhada nas escolas; que muito me encanta, com Várias interpretações e significados: AS BORBOLETAS Brancas, azuis, amarelas e pretas brincam na luz as belas borboletas. Borboletas brancas são alegres e francas. Borboletas azuis gostam muito de luz. As amarelinhas são tão bonitinhas! E as pretas, então . . . Oh, que escuridão! (Cecilia Meireles) em (01/11) Dia de Todos os Santos; (02 /11) Dia de Finados; (04/11) Dia do Poeta.
Remover conteúdo | Excluir | Spam
AS BORBOLETAS
ExcluirBrancas, azuis, amarelas e pretas
brincam na luz as belas borboletas.
Borboletas brancas
são alegres e francas.
Borboletas azuis
gostam muito de luz.
As amarelinhas
são tão bonitinhas!
E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão!
(Cecilia Meireles)
Quem nunca abriu um livro, mal fala, mal ouve mal vê. A leitura de um bom livro, é algo formador de bons hábitos e princípios.
ResponderExcluir