(21/09) Dia da Árvore

(21/09)-DIA DA ÁRVORE.



BAOBÁ ÀRVORE Existe centenas de variedades de árvores. Suas folhas e seus troncos têm formas, tamanhos e cores diferentes. As árvores vivem bem mais que nós. A mais velha que existe tem cerca de cinco mil anos; trata-se do Baobá  (ver imagem) árvore encontrada na Índia e nas Savanas Africanas.
Essa Baobá (ver imagem)  possivelmente é árvore mais estranha do mundo. 
Os Baobás crescem até 30 metro de altura e até 7 metros de diâmetro e chegam viver até 5 mil anos. Para alguns são consideradas árvores sagradas,  e por isso elas não devem ser cortadas ou arrancadas.  As arvores são distintas e se evidenciam em portes, maiores e menores. Boa parte “delas”, nos oferece gratuitamente seus dons. Exemplificando: Flores, frutos, sombra e abrigo.

RIMANDO:
Árvore, criatura vegetal lenhosa amiga bondosa ela sempre será; flores, frutos, sombra ou beleza ela sempre dará.


A VIDA DE UMA ÁRVORE
Talvez, alguém gostaria de saber de como é a vida de uma árvore. A árvore começa com o desenvolvimento do embrião dentro de uma semente que caiu de outra árvore.
As raízes saem da semente e se escondem na terra, depois uma haste sai do solo.
A haste se lança em direção à luz e forma pequeninas folhas.
As árvores vão crescer desse mesmo modo por toda a vida.
A cada primavera, a seiva faz crescer novas raízes e novas folhas.
Os galhos se alongam, o tronco se torna espesso e cresce.
A casca protege a arvore.
Numa Árvore jovem ela é geralmente lisa, mas fica rugosa numa árvore velha.
A seiva circula sob a casca.
A cada ano, um novo anel de crescimento se forma dentro da madeira do tronco.
Sobre o tronco cortado, cada anel corresponde a um ano de vida.   
No outono, quando o frio chega, e a luz é mais fraca, a circulação da seiva fica lenta e as folhas caem.   
As árvores de quem as florestas são feitas fazem um trabalho importante: engolem o gás carbônico, que é venenoso, e solta o oxigênio, fundamental para a vida. Que tal; vamos então proteger as nossas árvores? A resposta é só sua. 

A FABULA  DAS TRES ARVORES 

Conta-se numa fabula teológica, que lá no exordio (à moda delas) as árvores também conversavam. O texto em apreço fala de três árvores que cresciam juntas no topo de um monte, ambas, com seus sonhos dourados. 
A primeira árvore dizia: “Eu tenho como sonho, um dia me transformar no objeto mais precioso do mundo, cheio de tesouros”. “A segunda árvore suspirou: eu quero continuar crescendo, sonhando que um dia serei transformada—numa nau a transportar Reis e Rainhas. A terceira árvore olhou para o vale e disse às suas vizinhas; “Meu alvo é pensar grande; quero ficar aqui no topo do morro e crescer tanto, que as pessoas ao olharem para mim, levantam os olhos e pense em Deus”. É este o meu sonho! Concluiu.
Dezenas de anos se passaram e, na condição de um lenho morto, veja o que acontecia com a primeira árvore, sua madeira  fora vendida para um confinamento onde se transformou em coxos cobertos de feno a alimentar animais. A segunda árvore também foi abatida; e a sua madeira foi empregada na construção de pequenos barcos de pesca carregando pessoas e peixes todos os dias. E por sua vez a terceira árvore também não foi poupada pelo machado, onde as suas grossas vigas, foram abastecer um mercado de madeiras de lei. Mas, nenhum daqueles lenhadores que abateram as três árvores, se importaram em ouvir ou entender os sonhos delas. Que pena! Agora, desiludidas e tristes, as três consortes perguntam entre si, por que isto nos aconteceu? Será que nossos sonhos morreram? Lamentavam!
Mas, numa bela noite, cheia de lua e de um céu estrelado, uma jovem mulher colocou seu bebê recém-nascido, naquele coxo de animais. E, de repente, a primeira árvore concluiu que guardava o maior tesouro do mundo. A saber: o menino Jesus. A segunda árvore acabou transportando um Homem que terminou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase o afundou, o Homem levantou-se e disse: “Paz” E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o Rei dos Céus e da Terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira num dia sangrento, a terceira árvore espantou-se, quando suas vigas de cerne foram unidas em forma de cruz, que apenas servia para pregar um Homem inocente que nela morria pendurado. A terceira árvore se sentiu horrível e cruel! Mas, no domingo seguinte, com a ressurreição deste Homem, o mundo vibrou de alegria pelo fato de saber que agora a humanidade fora salva, e sempre se lembraria de Deus e de seu Filho, ao olhar para a cruz. As três árvores haviam tido sonhos e desejos, mas, sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado. 

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