(04/08) Dia do Sacerdote, Dia do Padre, e Dia do Pastor Evangélico
A riqueza de
particularidades deste texto faz com que ele possa ser intitulado de: FÉ QUE A
IDADE NÃO APAGA. Neste Salmo, sobressai a oração suplicante de uma pessoa idosa
e bastante enferma que se alegra em sua constante fidelidade a Deus, e proclama
os benefícios recebidos e espera ainda poder louvar o Senhor por sua
assistência no declínio das forças e no aumento das tribulações causadas pelo
desconforto de enfermidades físicas. Mesmo nesse estado, lá no
Templo, a pessoa agradecida a Deus, ela age em conformidade com a sua
situação, essa pessoa era talvez um dos cantores levitas. Esta súplica,
aplicada também a Israel, pode ser a oração principalmente de toda pessoa
(cristã) da terceira idade cuja vida se aproxima do acaso. “O que
perseverar até o fim será salvo (MT-24, 13).
Depois de uma vida
inteira dedicada a fidelidade de Deus, a doença na velhice podia ser
interpretada como castigo. Ela olha para o passado uma vida que, par e passo
foi vivida na esperança e confiança. Deus protegeu continuamente essa pessoa ,
que reconhece o fato e proclama esse louvor, e pergunta a si mesma: Ó Deus,
quem é igual a Ti?
"Quanto a mi,
sempre em Ti confiei; quero sempre me deleitar com os teus louvores. Minha boca
dirá tua justiça; meus lábios dia e noite, os teus auxílios, que já nem sei
contar, tão numerosos. Cantarei os prodígios do Senhor; só lembrarei Senhor,
tua justiça. Deus, desde a juventude me ensinaste; proclamei até hoje teu
prodígios. Agora, que sou velho, não me deixes; sob os cabelos brancos, não me
faltes; e que eu possa; Senhor anunciar às gerações vindouras teu poder".
O VAIVÉM DA VIDA.
Na velhice, quando uma doença é mortal, é bastante comum ao paciente religioso achar que já se sente no mundo dos mortos. Esse fato significa ficar longe da história, onde Deus está sempre presente. É também ficar longe do culto e da igreja completamente esquecido. Veja-se que, a condição do religioso que está doente, ás vezes é tão dolorosa, que o tempo parece arrastar-se lentamente. Por trás da impaciência esconde-se o anseio pela cura ou, se esta é impossível, pela libertação do sofrimento através da morte.
A pessoa do Ministro gravemente enfermo, se sente perseguido de dia, pelo sofrimento atroz; e a noite pelo terror dos pesadelos. E beato reclama da situação E ai vem o desabafo: “Que sentido tem uma vida tão curta? O homem é mascara vazia, é passageiro como a sombra! Faz tudo por nada, e não tira nenhum proveito” ele perde a comunicação com tudo e com todos, e até mesmo com Deus, e com a suposta vida no além.
Humanamente falando, o motivo sutil do desabafo é que o próprio Deus sairá perdendo na morte dos Seus. E por fim vem a oposição do religioso agonizante. “Deste Senhor, aos meus dias apenas o comprimento de alguns palmos” (Sal-88).
MORAL;
HÓ como estamos longe da Ressurreição gloriosa trazida pelo Cristo, que já transfigura a doença e a morte!


Deus nunca desiste de nós. Olhe para tráz e perceba o quanto Ele já fêz por você
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