(08/10) Dia do Direito à Vida
(08/10)-DIA DO
DIREITO À VIDA.
PARE POR INSTANTE E LEIA—VALE A PENA! (Jz-11-29, 40).
Os direitos existenciais do homem estão presentes desde a sua formação no útero materno. A criança nasce, desenvolve, aprende a conviver socialmente: respeitar e ser respeitada! É tudo o que ela precisa para se desenvolver física e intelectualmente.
ATRAVÉS DA BÍBLIA.
Os amonitas eram homens violentos e
cruéis em suas guerras, vazando os olhos dos seus inimigos e rasgando o ventre
das mulheres grávidas (Amós-1, 13). Eles tinham por religião e prática,
uma atribuição impiedosa e degradante. Eles ofereciam sacrifícios humanos ao
deus Moloque (Lv-20, 1-5). E também eram considerados inimigos do povo
hebreu, desde o dia em que recusaram dar a Israel passagem para entrar na terra
de Canaã. Esta hostilidade continuava no tempo de Jefté, o nono Juiz de Israel (Jz-11).
E Jefté, usando de autoridade política aproveitou para vingar a este portentoso
inimigo de Israel. Astuciosamente, Jefté fez um voto que poderia incluir o sacrifício humano, apesar de Deus o ter proibido (Lv-18, 21, 20-1, 5). Seu voto demonstrava ignorância para com a Lei de Moisés. Mesmo assim Deus honrou o voto descabido de Jefté, que a rigor massacrou os amonitas por inteiro. O voto de Jefté, consistia em oferecer a Javé, sua propria filha em holocausto.
O PREÇO DE UM VOTO (Jz-11-29, 40)
Vitima de uma promessa feita pelo pai,
temos aqui o relato da morte de uma menina-moça, cujo nome dela não se sabe.
Ela que foi oferecida em holocausto por conta de um voto que seu pai o fizéra. E isto serve de
advertência contra promessas descabidas e infundadas que não estejam de acordo
com o projeto de Deus, que é projeto de vida e não de morte.
Sentenciada a morrer, e em plena
juventude, ela pediu ao pai: conceda-me apenas isto: Deixe-me curtir e andar
pelos campos pelo menos dois meses, chorando com minhas amigas, porque vou
morrer virgem. Vá, disse-lhe o pai. Agora, a vida desta menina-moça havia se
transformado dum jardim de flores numa estrada de espinhos. E tão logo ela
voltou do campo, seu pai cumpriu o voto que fizera (Jz-11-29, 40).
Contudo a morte prematura desta menina-moça
“colaborou” para que o nome de Jefté (seu pai) fosse destaque na galeria dos
heróis da fé do A.T (Hb-11, 32).
O que a filha de Jefté pode ensinar às
meninas-moças de hoje? Certamente ela é um exemplo verdadeiro de obediência ao
pai e compromisso total com Deus. Nos dias de hoje, como no tempo da filha de
Jefté, os filhos muitas vezes sofrem as consequências da escolha dos pais.
Assim sendo os pais devem ser extremamente sábios e cautelosos ao tomar
decisões precipitadas que afetarão a vida de seus filhos (Ef-6, 4).
UM PARADOXO TEOLÓGICO.
Eu tenho por certo que esta
menina-moça, morreu sabendo que seu pai arrazou os temíveis inimigos de Israel os amonitas, e que tudo isso, expressava apenas uma grande vitória de seu pai, senão com sabor de derrota.

Ser pai, é lição dura em ser filho; e a filho, ser lição dura em ser pai, e que, em resumo, Família, é filho; e Educação, é Família... E, Memória, é o que fica, em se guardar, e ou ter, Esperança e Fé.
ResponderExcluir__ Bem colocado . É isso mesmo!
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